Veja o tema do novo episódio do Linha Direta

Em 28 de janeiro de 2004, funcionários do Ministério do Trabalho e Emprego foram executados; caso será analisado no Linha Direta

Nesta quinta-feira, 6, o programa Linha Direta, da TV Globo, relembrará um caso que chocou os brasileiros em 28 de janeiro de 2004.

Naquele dia, funcionários do Ministério do Trabalho e Emprego foram assassinados a sangue-frio ao fiscalizarem suspeitas de trabalho escravo moderno nas fazendas de Unaí, município de Minas Gerais. 

Os funcionários se chamavam Nelson José da Silva, João Batista Lage e Erastóstenes de Almeida Gonçalves. Além deles, Ailton Pereira de Oliveira, motorista, também foi fuzilado. 

O crime

Antério e Norberto Mânica, fazendeiros, foram acusados como mandantes do crime brutal. Condenados, pegaram mais de 50 anos de prisão, motivada por quádruplo homicídio, triplamente qualificado por motivo torpe, mediante pagamento de recompensa em dinheiro, além da não possibilidade de defesa das vítimas.

Enquanto Antério cumpre a pena em Unaí, Norberto segue foragido das autoridades.  Outros homens também foram condenados por participarem do crime: Hugo Alves Pimenta, José Alberto de Castro, Rogério Alan Rocha, Erinaldo Silva e William Gomes de Miranda.

De início, nove homens foram acusados, contudo, Francisco Elder Pinheiro, suspeito de contratar os assassinos, faleceu em 2015.

A última atualização do caso ocorreu no dia 29 do último mês, quando Rogério Alan Rocha foi preso em Estância, no Sul de Sergipe.

Diante da chacina, o dia 28 de janeiro foi determinado pelo Ministério do Trabalho como Dia do Auditor Fiscal do Trabalho e Dia Nacional do Combate ao Trabalho Escravo.

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